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The way I am

Resolução de conflitos internos

By | The way I am | No Comments

Ali fora está uma chuva que parece não ter fim. Mas tem. É chuva de verão, afinal de contas. Me acham estranha pois eu gosto de clima assim, cinza, frio, molhado. Talvez nem tão molhado assim. Mas bucólico, ah isso sim! Gosto desse ar de “ficar dentro”, da casa e de si mesmo, que esses dias, esses momentos trazem pra gente. Ultimamente ante bastante assim, para dentro. Experienciando, sentindo, agradecendo a vida e o criador dela por tudo que tem acontecido por aqui. Janeiro se foi, e com ele se foi também o aniversário de 1 ano do meu ateliê. Ok… agosto, eu acho, foi que aconteceu… até antes, não sei precisar o mês (lembrar o dia é fora de cogitação!). No meu antigo quarto, na casa dos meus pais. Na minha velha escrivaninha – uma tábua de porta sobre dois cavaletes feitos pelo meu pai, foi onde eu coloquei minhas primeiras pecinhas, meus primeiros esmaltes e me preparei para minha primeira feira, na qual fiz minhas primeiras vendas. Foi ali que a cerâmica-hobby começou a dar lugar para a cerâmica-negócio. A menina perdida, confusa sobre o futuro, sobre seu papel no mundo, começou a dar lugar para aquela idealização mágica que existia na sua cabeça de uma “artista-empresária”, tudo junto es misturado. Até saiu um sorriso aqui no rosto ao escrever estas linhas aí em cima pois, em minhas sessões de terapia em 2015 & 2016 eu debati muito essa questão-mal-resolvida que existia em mim, de buscar meu lugar no mundo, de conseguir me enxergar como eu era, de descobrir o que eu queria para mim. Eu tinha essa visão conflituosa de uma Cynthia-artista, de roupas confortáveis, cabelos bagunçados, mãos sujas, cercada de criações, de beleza, de magia… versus uma Cynthia-executiva, bem vestida, com ar de importante, em reuniões…

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O que é essencial? | 7 coisas que fazem toda a diferença na minha vida

By | The way I am | 2 Comments

Durante a infância e a adolescência eu sempre esperei. Eu esperei terminar o colégio, esperei para ter independência, esperei para poder sair sem hora para voltar, para ter mais privacidade, esperei para ter um cantinho só meu, do meu jeito. Aí a vida acontece e eu entrei na mesma loucura que a maioria de nós entra. Para conquistar todas as coisas que eu sempre esperei na vida eu precisava de um diploma, de um idioma novo, de dinheiro, de um emprego… A vida aconteceu para mim de um jeito meio sem controle, pois eu nunca tinha esperado fazer uma faculdade, qualquer que fosse. Eu nunca tinha esperado trabalhar num escritório, com o que quer que fosse. É engraçado pensar que eu – a “eu” que eu me tornei fazendo todas as coisas que eu não esperava fazer – com uma pinta meio feminista-defensora-dos-animais-e-do-meio-ambiente fosse chegar onde estou hoje: uma dona de casa, mãe de gatos, ceramista, super engajada com confecção de manualidades que funcionam, na verdade, como forma de meditação-terapia. Eu precisei ir longe na busca pelas coisas que eu esperava, tão longe que eu até perdi elas de vista fazendo as coisas que “precisavam” ser feitas para conquistar o que realmente era o objetivo. Quantas vezes não fazemos isso, né não? Nos perdemos na busca, esquecemos o foco, o objetivo final? (Neste post mesmo, estou aqui me concentrando para falar do que vim falar e não acabar escrevendo algo completamente diferente, como geralmente acontece com meus posts!) No fim das contas eu precisei trabalhar muito o autoconhecimento para relembrar tudo aquilo que eu esperava no comecinho da minha vida, tudo aquilo que realmente faz meus olhos brilharem e não é que essas coisas são as mais simples possíveis? Talvez se eu não tivesse entrado no circuito padrão faculdade-trabalho-carro-casa-casamento-filhos-etc eu…

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Mas, porquê cerâmica?

By | O universo da cerâmica, Sobre processos criativos, The way I am | 6 Comments

Eu nem sei mais a quantidade de vezes que já me fizeram esta pergunta. Por isso resolvi contar aqui para vocês um pouquinho da minha trajetória e o porquê eu, hoje, faço cerâmica. Onde tudo começou… Eu venho de uma família de fazedores. Sempre tivemos uma oficina no fundo do quintal, ou um quartinho, um cantinho das “tralhas” quando moramos em apartamento. Tinha ferramentas de marcenaria, elétrica e mecânica em geral. Em casa também sempre teve máquina de costura, tecidos, tintas e papéis. Tesouras e acabamentos sem fim, de glitter a ilhós, de stencil a silkscreen. Spray, pincel… Sempre! Dá para imaginar que eu tive uma infância feliz, cheia de lápis de cor e revistas recortadas. Logo que eu nasci, minha mãe dava aulas de artesanato (caixinhas decoradas) e pintura em porcelana na mesa da varanda de casa. E assim foi. Eu dividia meu tempo entre aventuras no quintal, desenhos infinitos no verso dos maços de relatórios da Bosh e as aulas de ballet. Ah o Ballet! Dançar está nas minhas veias desde o baby class, com 2 anos de idade… Esse amor acompanhou as aulas de artes no colégio, onde pintei meu primeiro quadro. Depois continuou presente quando fiz meu primeiro curso de decoração de interiores no SENAC. A dança só começou a ir embora quando entrei na faculdade de Design. Foi na faculdade que eu me apaixonei por fotografia. Não por tirar fotos, mas pelas fotos em si. Me apaixonei também pela oficina de marcenaria, pelo desenho de produtos, pelos projetos em CAD (3D)…. Quando tudo desandou… Foi ali, no meio da faculdade, que eu percebi que alguma coisa estava errada. Eu tinha parado de dançar para poder me dedicar aos estudos, mas na verdade, antes do design eu queria mesmo é ter feito faculdade de dança. Tive…

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Desentulhando a vida

By | The way I am | No Comments

E nessa pegada de deixar as coisas mais simples, mais fáceis, com mais sentido, eu passei a exercitar algo muito difícil para mim: ter menos. Vindo de uma família que guarda – guarda T U D O – Me desfazer das coisas nunca foi muito fácil. É aquela calça jeans que um dia ainda vai servir, aquele porta retratos que ganhei no aniversário de 13 anos, aquela bandeirinha que trouxe da viagem x, y, z…. Nossa! Um dia eu ainda vou usar… Aham! Graças a Deus existe esse recurso lindo chamado I N T E R N E T, através da qual eu posso expor minhas ideias, assim como milhões de outras pessoas também. Pessoas em jornadas similares à minha, ou simplesmente que são muito mais essencialistas que eu por natureza. E eu fui atrás de dicas, de ideias de como fazer esse processo no meu guarda roupas, no meu quarto, na prateleira de livros, na gaveta do banheiro e até mesmo no meu armário da cozinha haha. 2015 foi um ano incrível. Foi o ano em que eu, tirando muita coisa na frente, consegui chegar mais perto do que realmente importa. Ainda tem muita coisa para dar, trocar, jogar fora, tirar da frente, coisas materiais e coisas aqui dentro, mas o pouco que ja se foi me permitiu dar espaço para as coisas especiais. Afinal, nada melhor que olhar seu guarda roupas e ver que todas as peças ali estão lindas e ficam bem em mim, combinam entre si, são de boa qualidade e eu uso com frequência. Nada melhor que procurar as coisas e encontrar. Nada melhor que olhar em volta e não se sentir soterrado de coisas – tralhas mesmo. 2016 trouxe consigo muito aprendizado e auto conhecimento. Foi um ano de me voltar para dentro, portanto,…

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To be light

By | The way I am | No Comments

Quando a gente busca algo para nossa vida, se esforça, se dedica e tal e coisa, depois de algum tempo parece que é a coisa em si que passa a buscar por nós. Em casa costumamos chamar de “nossa bolha”. Ambos vivemos e trabalhamos com áreas do conhecimento criativos e mais humanizados. Ambos gostamos de acompanhar tendências, novidades tanto e de tal forma que vivemos imersos nisso. Quando um amigo/conhecido – e geralmente é alguém do no círculo próximo de convivência e da mesma geração que nós, afinal os mais velhos a gente entende – não conhece alguma coisa que para nós é super corriqueiro, nos espantamos. “Como assim fulano nunca ouviu falar de…” Simples, eu te explico. É banal para mim, não para ele.   Light. Neste último ano um dos temas principais do nosso lar tem sido o autoconhecimento. Tenho que te dizer o quão incrível é essa busca, o tamanho da maturidade que vem com ela. A consciência de si mesmo amplia significativamente a consciência que temos do mundo e isso muda tudo, toda a vida, simplesmente porque muda a nossa forma de ver o mundo. As coisas passam a fazer mais sentido, ter mais sentimento envolvido e você passa a fazer escolhas muito mais conscientes. Você não vai mais só porque “todo mundo vai”, você não faz mais só “por impulso”, você não compra mais “só porque é legal”. E quando você faz uma dessas coisas você sabe identificar que foi assim, por impulso, por falta de autocontrole, para suprir alguma carência sua… Por sinal, você aprende que é permitido errar e ser imperfeito. Inclusive, você descobre que todo mundo é, e isso liberta muito. É uma coisa tão importante que redefine a vida toda. Suas escolhas, seu comportamento e inclusive suas reações. Mas além disso…

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Sobre a magnitude que é escrever.

By | Sobre processos criativos, The way I am | No Comments

Este ano tem sido, até o momento, incrivelmente introspectivo para mim: uma pessoa que não sabe ficar de boca fechada. Para quem convive comigo e está lendo este post esta minha colocação pode até ser motivo de grandes gargalhadas, mas eu explico. Este ano eu tenho ficado mais comigo mesma. Com certeza esta coisa toda de não estar trabalhando fora, de ter o dia todo por minha própria conta e risco de ter, por boa parte do meu tempo, a companhia  “apenas” dos gatos ou do assento de passageiro vazio dentro do carro, é o que mais contribui para eu estar mais comigo mesma. Sendo praticamente obrigada a conviver comigo, com meus pensamentos, com minhas vontades, meus conflitos… Esse negócio de se ter como a própria companhia nunca foi algo possível na minha vida. A casa dos meus pais sempre foi cheia de gente, cheia de barulhos, cheia de coisas, cheia de mais e eu, de certa forma, aprendi a viver no meio de tudo e todos. Nunca 100% satisfeita, mas sem conhecer nada diferente, eu fui criando mecanismos de fuga para uma provável necessidade que eu tinha de ficar sozinha, quieta no meu canto, mas que nunca soube que tinha o direito de ter. Minha principal ferramenta sempre foi escrever. Eu era a garota dos diários. Eram diários de contos e fábulas, diários de sonhos, diários de dramas e paixões, diários de amizades perdidas, de medos, de vontades, de sonhos… Esses dias estava olhando meu livro de alemão que usei quando estava estudando lá do outro lado do oceano e, no meio das folhas soltas com exercícios e redações encontrei uma que não pertencia àquele universo. Eu li e, para começar, estava em português, depois, era algo tão singelo e tão sensível que se não estivesse escrito na minha própria letra…

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O que me encanta na cerâmica | Referências para esmaltação

By | O universo da cerâmica, The way I am | No Comments

A cerâmica é uma paixão que cresce constantemente aqui dentro, sabe? Me sinto meio alquimista ao usar praticamente todos os elementos da natureza para produzir as peças que crio na imaginação. É a água que umedece a argila para que se torne maleável nas mãos, ela também que ajuda a corrigir imperfeições na modelagem, que ajuda a unir elementos modelados separadamente, que limpa tudo depois que o trabalho termina. A água que evapora aos pouquinhos para que a argila não trinque no processo de secagem física. Nesse processo também entra o ar, que suga a água para secar a peça, que refresca o ambiente quando o forno está ligado, que esquenta junto dentro do forno. É o ar, ou a falta dele, que em algumas queimas dá o resultado estético das peças. Aí tem o fogo, ou a eletricidade nos fornos elétricos, que leva a argila, o ar, os óxidos, os metais, os vidrados, esmaltes e tanta coisa, a temperaturas incríveis. É esse fogo que causa toda a transformação química das peças. É ele que dá cores e, por vezes, formas inesperadas, incríveis. Da argila, da terra, nem preciso falar. Ela que de maleável, até líquida dependendo do uso, chega a um estado de quase pedra. Ela que muda de cor, de forma, textura. Ela que é nosso chão, grosseiro e rústico, e que se transforma nas peças mais delicadas e sofisticadas. Dentro do processo de produção da cerâmica temos algumas etapas básicas a seguir: modelagem, primeira queima, esmaltação e segunda queima. Precisaria fazer um post inteiro apenas para descrever cada uma das etapas que eu conheço (que certamente não são todas as possíveis) e suas variáveis… Estou com algumas peças prontas para esmaltar, para pintar, ou seja, elas já passaram pelas duas primeiras etapas (a modelagem e a primeira…

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Uma breve declaração da minha paixão por comida | Torta de limão

By | Food for thought, The way I am | No Comments

Se você não me conhece provavelmente seja uma novidade eu te contar que sou apaixonada por comida. Boa comida. Mais que isso, eu amo cozinhar. Dentro das manualidades da vida, cozinhar é uma que descobri depois de velha, mas ganhou uma proporção tão grande nos meus dias que foi um dos fatores decisivos a me ajudar a mudar completamente minha forma de trabalho – poder cozinhar o que comemos em casa, todos os dias, me fez optar por sair da rotina de escritório e buscar trabalhar em casa (ou em lugares alternativos, como agora em que estou no pufe da sala de descanso do escritório do Carlos…). Tudo começou com a onda “fit” da minha vida, depois a coisa tomou novas proporções quando descobrimos a intolerância à lactose do Carlos e cresceu ainda mais quando nos tornamos vegetarianos e quando eu fiquei alguns meses sem glúten por conta de um dos quinhentos supostos diagnósticos que tive antes de finalmente descobrir a E.M. … Com essa infinidade de restrições alimentares e uma mudança radical em nossa filosofia de vida alimentar, cozinhar em casa se tornou um pré requisito para a minha vida. Eu gosto muito de fazer salgados: pães, tortas, gratinados, risotos, massas, legumes, grãos, saladas, etc, etc, etc. Mas nunca tive mão para doces, exceto 2: bolo de milho verde e torta de limão! Eu tenho, no entanto, um problema: eu não sei seguir receitas. Eu vou lá, encontro a receita, separo todos os ingredientes e… Na hora de fazer eu enfio várias outras coisas no meio, mudo tudo e ainda por cima esqueço o que eu fiz! O Carlos gosta de falar que, quando fica gostoso, ele tem que aproveitar bastante pois nunca mais vai comer aquilo novamente hahaha Semana passada passei um dia com minha sobrinha em casa e nós…

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Mãos presentes.

By | O universo da cerâmica, Sobre processos criativos, The way I am | No Comments

Me deixe te contar uma história. Era uma vez uma garota que cresceu aprendendo de tudo. Teve muitas oportunidades, fez natação, artesanato, computação. No colégio foi representante de turma, teve aulas de teatro e robótica. Em resumo, era a cultura em pessoa. A potencialidade em pessoa. Ela aprendia tudo, muito rápido. Bom, tudo o que interessava… O que não era pouca coisa. Um belo dia ela teve que escolher uma única coisa. Ela faria uma prova e teria que estudar por alguns anos esse único assunto e depois isso seria o que ela faria para o resto de sua vida (cof!). Ela não soube o que fazer. Não tinha nada assim… que ela quisesse escolher para o resto da vida. Ela optou pelo que algumas pessoas disseram que era a cara dela, fez a prova e estudou aquilo. No meio daqueles anos em que deveria se dedicar unicamente a esse aprendizado, ela cansou. Ela se deparou com pontos que contradiziam muito suas crenças pessoais, ela ia mudando, naturalmente, e as coisas muitas vezes foram ficando fora do ela queria para si. Foi ela, então, estudar de tudo um pouco novamente, conhecer o mundo e as coisas. Conhecer as pessoas. Um dia disseram para ela que teria que  trabalhar, justamente ela, que nunca precisou fazer nada em casa. Ela ja tinha trabalhado em colônias de férias no verão ou na loja do shopping para juntar uns trocos e não precisar pedir pro pai. Mas agora o mundo dizia que ela precisava se sustentar, ganhar dinheiro “de verdade”. Ela então foi trabalhar com aquele tema específico que tinha estudado um pouco naqueles anos subsequentes à escolha. A contragosto, se quer saber. Eventualmente precisou voltar a estudar mais sobre ele pois as pessoas ainda cobravam dela um papel. Um papel que dizia que ela tinha…

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slow living e deboísmo

By | The way I am | No Comments

Em 2015 eu fiz 25 anos. No meu precário planejamento de vida, feito sem muito cuidado ou apreço durante os sonhos da adolescência, 25 anos era a idade com a qual eu me casaria. Com 25 anos eu estaria no ápice da minha vida adulta, no melhor do meu vigor físico, na melhor fase de minha carreira… Ingenuidade minha. Não posso dizer que não estive no meu melhor. – Acredito que todo dia estamos no nosso melhor, somos um pouco mais que ontem. Mais maduros, mais experientes. – mas 2015, o ano dos meus 25 anos, foi na verdade o ano em que eu, finalmente, me conheci. Bastou um exame médico com um resultado inesperado para eu decidir deixar de lado aquela imagem idealizada que eu tinha do que “queria” ser. Consegui realizar que, na verdade, tudo pelo que eu tinha trabalhado por ser não tinha nada a ver comigo. Foi preciso meu corpo começar a dizer chega para eu ir buscar o que realmente faz sentido na minha vida, no meu coração. Nesse processo de me encontrar, de me conhecer, o conceito máximo que esteve em minha mente – e ainda está – é o essencialismo. Slow living. Como você preferir. “Weniger aber besser” – o famoso menos é mais. É o dar valor ao que tem valor de verdade. É o estar presente. É o estar consciente. Ter o necessário, não o excesso. O apreciar a beleza de cada instante, de cada cheiro, sabor, sorriso, olhar, cor, paisagem. É refletir no final de cada dia e se sentir satisfeito com o que se fez, com onde se está. Tendo a certeza de que ao final da vida, você vai poder olhar para trás e saber que aproveitou essa jornada incrível da melhor forma que poderia. Um segundo conceito que chegou um pouco depois…

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